2 175 000 €
404 m²
5 Quartos
5
6 WC
6
A
Duplex T5 de luxo à venda em Lisboa
Belém
404 m²
5 Quartos
5
6 WC
6
A
LOFT T5 LUXO, duplex com 403,75m2 com pátio de 10,20 m2 e 4 lugares de
estacionamento: 2.175.000,00 €
Apartamento Duplex T5 com 403,75m2, inserido num novo
empreendimento em Belém junto ao Centro Cultural de Belém, com terraço e 4 lugares de estacionamento.
O empreendimento tem 47 frações de T1 a T5, com áreas entre
os 70 e os 400 m2.
Este empreendimento, é o resultado da reabilitação de quatro
edifícios históricos, inicialmente construídos como um pequeno polo fabril em
que o projeto mantém ainda elementos arquitetónicos que testemunham o cunho
industrial do local.
Uma vez que todos os edificios foram adaptados com uma
arquitetura de excelência, os apartamentos distinguem-se pela originalidade dos
espaços, áreas bem generosas, áreas exteriores de uma beleza única, e
estacionamento privado.
Com uma vista de proximidade com o rio, o empreendimento fica ao lado do Centro
Cultural de Belém e beneficia do melhor que Belém tem para oferecer.
Belém é sem dúvida, um dos lugares de Lisboa que proporciona maior qualidade de
vida. Para além de ser um lugar á beira rio, bem organizado, todos os espaços
convidam a desfrutar deste local. Restelo destacam-se como uma das zonas
residenciais mais exclusivas de Lisboa. Nestes bairros as grandes moradias com
belos jardins convivem com diversas sedes de embaixadas. Com bons acessos a
serviços, transportes, escolas públicas e privadas, faz com que, quer
portugueses, quer estrangeiros, procurem esta zona para viver.
Batizado com o nome da estrela guia, o lugar de Belém foi,
através dos séculos, um pouco de tudo. Aldeia rural na Idade Média, porto de
mar dos Descobrimentos, lugar de quintas aristocráticas, sede do governo após o
terramoto de 1755, zona industrial no século XIX, praia de banhos com a moda do
veraneio, palco da Exposição do Mundo Português, em 1940, cenário da adesão de
Portugal à CEE e, finalmente, um dos mais importantes polos turísticos de
Lisboa, onde, a par da proximidade do rio o visitante pode encontrar museus,
monumentos e jardins históricos.
Povoação ribeirinha, o Restelo, posteriormente chamado
Belém, começou por ser uma pequena aldeia ligada às atividades agrícolas e
piscatórias.
Com a reativação dos portos, a partir do século XIII, a sua vocação marítima
acentuou-se já que, devido ao seu amplo ancoradouro natural, se torna no porto
de mar de Lisboa, usufruindo por isso de regalias especiais. Sabe-se que no
século XV possuía uma pequena ermida dedicada a Nossa Senhora da Estrela,
protetora dos navegantes. O infante D. Henrique mandá-la-á ampliar e coloca-a
sob a tutela dos freires da Ordem de Cristo. Será junto a essa ermida que Vasco
da Gama fará a sua vigília na véspera da partida para a Índia.
As construções da Torre de S. Vicente de Belém e do Mosteiro dos Jerónimos, no
início do século XVI, dão nova importância ao lugar, associando-o para sempre à
epopeia dos Descobrimentos.
O desenvolvimento comercial deste porto e a beleza da paisagem levam algumas
famílias nobres, também elas com interesses comerciais, a aqui adquirirem
terrenos para construírem palacetes de veraneio. O palácio quinhentista da
Praia, pertencente a D. Manuel de Portugal - cujos últimos vestígios
desaparecerão na década de 1940 - será um dos primeiros. Outros se lhe
seguirão.
Os encantos de Belém suscitarão também em D. João V, séculos mais tarde, o
desejo de aqui possuir uma grande propriedade. Irá, por isso, adquirir várias
quintas anexas, numa das quais nascerá o atual Paço de Belém.
Será neste palácio que se encontrava a família real no dia do terramoto de 1755
o que permitiu que, para além do susto, ninguém ficasse ferido. O facto de o
eixo Belém/Ajuda ter sido poupado a tamanha desgraça levou a que num primeiro
impulso se equacionasse a hipótese de aqui se construir a nova capital. Apesar
de a ideia não ter vingado, o rei manda levantar o seu palácio em madeira no
alto da Ajuda que ficará conhecido como a Real Barraca e que albergará a
família real até final do século XVIII, altura em que será consumida por um
incêndio. A corte desloca-se então para Queluz, iniciando-se simultaneamente a
construção de um palácio, agora em pedra, na Ajuda.
Com a partida da família real e da corte para o Brasil, durante as invasões
francesas, Belém perde algum do seu carácter aristocrático. Em contrapartida,
aburguesa-se, ao mesmo tempo que nas imediações se começam a instalar vários
núcleos fabris com os seus bairros e pátios operários. Nada disto impede que, a
partir de meados do século XIX, Belém se torne um destino de veraneio. Sabe-se
que na praia da Torre (de Belém) e em Pedrouços, a rainha D. Maria II ia a
banhos com os príncipes.
A preferência de D. Luís por Cascais deixa livre estas praias para a burguesia
lisboeta que em “americano” (carruagens sobre carris de tração animal) ou de
comboio aqui chega e se instala entre setembro e outubro, para passar férias.
Teatros, quermesses, bailes e a famosa Feira de Belém com os seus restaurantes
ambulantes, barracas de brinquedos, loiças e quinquilharias animam a época
balnear.
Em 1862, a corte regressa quando o rei D. Luís e a rainha D. Maria Pia se
instalam no Paço da Ajuda. Mais tarde, o futuro rei D. Carlos habitará, até à
morte do pai, o Palácio de Belém com a sua jovem esposa, a princesa Amélia de
Orleães. A implantação da República encerra 800 anos de monarquia mas o novo
regime será igualmente seduzido por Belém, aqui instalando, a partir de 1911, a
residência oficial do Presidente da República, no Palácio de Belém
Em 1940, no âmbito das comemorações do Duplo Centenário realiza-se nos terrenos
fronteiros aos Jerónimos a Exposição do Mundo Português cuja construção acabou
por determinar um rearranjo urbanístico de toda a zona envolvente, que se
prolongou para lá da exposição com a construção de novos bairros na Ajuda e
Restelo.
A carga simbólica de Belém é ainda hoje uma realidade. Não foi por acaso que a
entrada de Portugal na CEE foi formalizada nos claustros dos Jerónimos. Em
1992, o Centro Cultural de Belém foi localizado intencionalmente no lugar
outrora escolhido por Cottinelli Telmo para o Pavilhão dos Portugueses na Exposição
do Mundo Português, de 1940. Desta forma se fechava o lado poente da Praça do
Império com um edifício monumental cuja primeira função foi acolher a primeira
presidência portuguesa da União Europeia.
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